Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: TSE mantém condenação por abuso de poder em campanha com uso de igreja
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

TSE mantém condenação por abuso de poder em campanha com uso de igreja

Carla Fernandes
Última atualização: 24 de maio de 2026 11:51
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a condenação da então prefeita e de um vereador de Votorantim (SP) por abuso de poder político nas eleições de 2024, envolvendo apoio da Igreja do Evangelho Quadrangular.

O TSE confirmou que o uso da estrutura e influência da igreja para promover candidaturas configura abuso de poder político. Durante evento da igreja, o líder religioso declarou apoio explícito ao vereador, afirmando que a instituição estava “fechada” com o candidato. A então prefeita foi apresentada como pré-candidata à reeleição e recebeu orações no mesmo encontro.

O tribunal considerou que houve uso indevido da fé dos fiéis para impulsionar as candidaturas. Também destacou que a prefeitura aumentou em 34,1% o aluguel de um imóvel pertencente à igreja em ano eleitoral, enquanto outro contrato teve reajuste de apenas 2,45%, evidenciando benefício sem justificativa técnica.

Com base nesses fatos, o TSE manteve a cassação dos registros de candidatura e a inelegibilidade por oito anos dos políticos. A Corte ressaltou que a liberdade religiosa não pode ser usada para encobrir práticas que comprometam a lisura das eleições.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:Abuso de PoderEleições 2024igrejainelegibilidadejustiça eleitoralPolíticaTSEVotorantim
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Prefeitura de Zacarias indeniza mulher perfurada por agulha descartada irregularmente
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?