Mesmo em dias frios e nublados, a radiação ultravioleta UVA mantém intensidade e pode causar danos profundos à pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta para a necessidade do uso diário de protetor solar com FPS mínimo 30 para evitar envelhecimento precoce e câncer.
A queda da temperatura e o céu encoberto levam muitas pessoas a dispensar o protetor solar, mas a radiação ultravioleta UVA permanece constante durante o ano e representa até 95% da radiação que atinge a pele, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Cerca de 80% da radiação solar ultrapassa as nuvens e pode causar danos profundos, como mutações no DNA e destruição do colágeno.
Os efeitos da falta de proteção são cumulativos e se manifestam com manchas escuras, perda de firmeza, linhas finas e sensibilidade aumentada. O uso regular de filtro solar de amplo espectro com FPS mínimo 30 é recomendado para todos os biotipos brasileiros, além de protetores com cor para proteção contra a luz visível, importante no controle do melasma.
Além do filtro solar, o uso de chapéus, óculos escuros certificados e roupas com tramas fechadas complementa a proteção diária. Alterações repentinas na pele devem ser avaliadas por dermatologista, que pode usar dermatoscópio e solicitar biópsias para diagnóstico preciso.

