A ação da Apple atingiu um novo recorde histórico, fechando em $315,20 em 2 de junho de 2026. O desempenho reflete um crescimento de 16,16% no ano até a data. Analistas projetam que o potencial de alta nos próximos 12 meses pode chegar a 10,57%, com recomendação de compra.
O avanço recente da empresa foi sustentado por um relatório de lucros do segundo trimestre do ano fiscal de 2026. A receita alcançou $111,18 bilhões, um aumento de 16,6% em relação ao ano anterior, e o lucro por ação (EPS) de $2,01 superou a expectativa de $1,94. A divisão de Serviços registrou um recorde histórico de $30,98 bilhões, enquanto a receita do iPhone atingiu $56,99 bilhões, impulsionada pela demanda do iPhone 17.
Em resposta ao sucesso, o conselho da empresa aumentou o dividendo em 4% e autorizou uma recompra de ações de $100 bilhões. Os otimistas apontam que a divisão de Serviços possui margens semelhantes às de software e que a inteligência artificial da empresa pode redefinir o valor de mercado.
Contudo, riscos persistem, como exposição a tarifas e pressão antitruste. A atividade de diretores tem mostrado tendência de venda, com um diretor desfazendo mais de 350 mil ações em maio. Apesar disso, o preço-alvo de $348,50 mantém a recomendação de compra com 90% de confiança.


