As ações de petroleiras brasileiras registraram baixa na semana, após a queda de cerca de 8% no preço do petróleo, motivada por um acordo de cessar-fogo no Líbano e condições estabelecidas pelo Irã no Estreito de Ormuz.
O desempenho dos papéis foi influenciado pelo preço da commodity, levando PetroRecôncavo, Petrobras e PRIO a fechar o período com baixa entre 5% e 7%. As ações de Brava (BRAV3) caíram cerca de 9% na semana, devido a um impasse no fechamento de capital da companhia.
Analistas, contudo, mantêm visões positivas sobre o setor. A XP recomendou Petrobras e PRIO como principais escolhas, citando o equilíbrio entre risco e retorno. A casa de análise deu recomendação de compra para Petrobras, PRIO e Brava, com preços-alvo de R$ 63, R$ 78 e R$ 25, respectivamente.
O JPMorgan reiterou recomendação de compra para Petrobras, afirmando que a fraqueza recente das ações representa oportunidade. Já o analista-chefe da Cultura Capital, Gabriel Uarian, disse que o impacto imediato da queda do petróleo é negativo, pois a Petrobras sofre com compressão de margens operacionais.

