Cientistas da agência climática dos EUA confirmaram a formação do El Niño nesta quinta-feira (11). O fenômeno, que se manifesta pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, tem mais de 60% de chance de ser muito forte, segundo meteorologistas.
A elevação de temperaturas no Pacífico, que atingiu 0,7ºC acima da média, caracteriza o El Niño. O ápice do evento deve ocorrer entre novembro e janeiro, período em que os impactos climáticos serão mais intensos em diversas regiões do planeta.
No Brasil, o fenômeno traz previsões distintas: espera-se menor volume de chuva no Norte e Nordeste, enquanto o Sul deve registrar mais precipitação. O Sudeste deve enfrentar tempo quente.
O calor em excesso potencializa a formação de temporais. Por essa razão, a FIFA expandiu o protocolo de tempestades, antes usado nos Estados Unidos, para o México e o Canadá. Nesses locais, partidas podem ser suspensas se as tempestades chegarem a 13 km de distância, e o estádio deve ser desocupado a 8 km.

