Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: AIEA cobra inspeções sofisticadas no Irã
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Mundo

AIEA cobra inspeções sofisticadas no Irã

Carla Fernandes
Última atualização: 26 de junho de 2026 18:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, afirmou nesta sexta-feira, dia 26 de junho de 2026, que um eventual acordo entre Irã e Estados Unidos deve incluir um regime reforçado de inspeções sobre o programa nuclear iraniano. Grossi declarou que um sistema de fiscalização “altamente sofisticado” é necessário para assegurar que o país não desenvolva armas atômicas.

A declaração, feita durante entrevista coletiva no Japão, ocorre em meio a negociações entre Washington e Teerã para um acordo de paz definitivo. Grossi explicou que, apesar de o governo iraniano sustentar que seu programa tem finalidade exclusivamente civil, declarações políticas não serão suficientes para garantir a transparência.

O chefe da agência mencionou que as conversas com o Irã estão em estágio inicial, especialmente sobre o destino das reservas de urânio enriquecido. Antes dos ataques de junho de 2025, a AIEA estimava que o país possuía cerca de 440 quilos de urânio enriquecido a 60%. Após os bombardeios, a situação desse material é incerta, pois o Irã não autoriza inspeções nos locais atingidos.

Entre as alternativas discutidas, estão a redução do grau de enriquecimento do urânio ou a retirada do estoque do país. Grossi afirmou que existem diferentes soluções técnicas para tratar o material, enquanto o governo iraniano nega buscar armas nucleares.

TAGGED:AIEAenergia nuclearEstados UnidosinspecoesIrãNegociações
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Mundial de 48 equipes intensifica especulações
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?