A reforma do espelho d’água do Memorial Lincoln, iniciada com a pintura azul, enfrenta um obstáculo ambiental: a proliferação de algas. Funcionários do National Park Service aplicaram tratamentos químicos, mas especialistas alertam para a dificuldade de controle da flora aquática.
A administração iniciou a renovação pintando o fundo do espelho d’água de azul, visando um aspecto de ‘bandeira americana’. Contudo, a intervenção gerou um visual que remeteu a uma piscina com cloro. O projeto agora enfrenta a resistência de algas que floresceram no clima quente, sujando a cor cerúlea desejada.
Para controlar a situação, funcionários do National Park Service utilizaram skimmers e despejaram peróxido de hidrogênio. Um porta-voz do US Department of the Interior informou que a agência empregará ‘nanobubblers’ no processo de limpeza. A agência declarou que a tecnologia destruiu o crescimento de algas.
Brooks Barrett, pesquisador de vida vegetal marinha da Smithsonian Institution, comentou que não existe uma solução rápida para a proliferação. Ele explicou que o espelho d’água é um ambiente propício para o crescimento de algas, devido ao calor e à estagnação da água.

