A Alibaba entrou com uma ação judicial contra o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para contestar sua inclusão na lista de “empresas militares chinesas”. O processo visa anular o registro determinado pelo Pentágono no início de junho.
A empresa afirma que as acusações carecem de fundamento factual ou jurídico. A Alibaba argumenta que possui uma ampla base de acionistas públicos e destaca que, desde o início de 2025, os únicos investidores com mais de 5% de participação são três instituições financeiras americanas.
A companhia também denuncia que o Pentágono ignorou seus pedidos de informação e aplicou a sanção sem um processo justo ou explicações substantivas.

