Analistas elevaram a meta de preço da Disney para US$ 110,07, recomendando compra com alta confiança. A análise aponta que o crescimento de margens do serviço de streaming e o desempenho do segmento de experiências sustentam a projeção, mesmo com a queda de 10,98% das ações no ano.
Apesar de as ações da Disney estarem em baixa de 10,98% no ano, a empresa apresenta sinais de aceleração no negócio. O lucro por ação (EPS) para o ano fiscal de 2026 é guiado em cerca de 16%, enquanto as margens do serviço de streaming ultrapassaram dois dígitos. A meta de preço estabelecida é de US$ 110,07, o que representa um potencial de alta de 8,68% sobre o preço atual de US$ 101,28.
Os resultados do segundo trimestre do ano fiscal de 2026 mostraram melhoria. O lucro ajustado do período foi de US$ 1,57, superando a expectativa de US$ 1,4955, com receita total de US$ 25,168 bilhões, um aumento de 6,55% ano a ano. O lucro operacional do segmento de Entretenimento SVOD subiu 88%, atingindo US$ 582 milhões.
O segmento de Experiências registrou receita recorde de US$ 9,487 bilhões no segundo trimestre. A tese de alta baseia-se na expansão das margens do streaming, que alcançou 10,6% com 196 milhões de assinantes combinados de Disney+ e Hulu. A empresa também elevou a meta de recompra para pelo menos US$ 8 bilhões.

