Apenas uma fêmea sobreviveu da primeira soltura de 30 urogallos criados em cativeiro nas instalações de Valmesana, em León, Espanha. Os 29 animais restantes morreram, majoritariamente por predadores naturais, em um esforço de conservação da espécie.
A soltura, realizada pela Junta de Castilla y León, visava reintroduzir o urogallo (Tetrao urogallus), espécie classificada como criticamente ameaçada de extinção. A única sobrevivente conseguiu evitar, por enquanto, os predadores que habitam a região.
Os animais mortos foram atacados por diferentes predadores. Segundo os dados, raposas foram responsáveis pela morte de 12 exemplares, martas por quatro e aves de rapina por seis. Em outros casos, a causa da morte não foi determinada.

