Um estilo de arbitragem mais tolerante, que prioriza o andamento do jogo em detrimento de contatos menores, define a Copa do Mundo. Essa abordagem, combinada com o aumento da velocidade dos atletas, resultou em um torneio mais rápido e fisicamente exigente.
Especialistas em ciência de dados e preparação física afirmam que a nova dinâmica elevou o nível de intensidade. Segundo Chris West, preparador físico, há muito mais corrida em alta velocidade e sprints, embora a distância total percorrida pelos atletas seja similar às últimas três Copas do Mundo.
A FIFA buscou reduzir interrupções para melhorar o ritmo das partidas. Dados da pesquisa da Northeastern University indicam que o número de faltas por jogo caiu para 24,3, contra 27,7 em 2022. A fase de grupos também apresentou a maior média de gols da era moderna, com 2,95 gols por partida.
O jogo mais físico testa os limites dos jogadores, especialmente nos músculos posteriores da coxa e panturrilhas. A Confederação Brasileira de Futebol não comentou sobre o aumento dos riscos de lesões. Analistas apontam que a intervenção correta dos árbitros permite que o jogo flua melhor.

