Um árbitro brasileiro não utilizou o spray na abertura da Copa do Mundo de 2026, realizada no México contra a África do Sul. A impossibilidade de usar o recurso para medir a distância da barreira ocorreu devido a uma ação judicial milionária movida contra a Fifa pelo uso indevido do produto.
O árbitro brasileiro, Wilton Pereira Sampaio, foi o primeiro a não empregar o spray em Copas do Mundo desde 2014. O recurso, usado para determinar a distância da barreira, foi barrado durante a partida de abertura da edição 2026.
A restrição técnica decorre de uma ação milionária movida contra a Fifa, que alega uso indevido do produto. A decisão afeta a aplicação de ferramentas de medição durante os jogos do torneio.

