Um árbitro da Somália, indicado pela FIFA para atuar na Copa do Mundo, teve sua entrada nos Estados Unidos recusada. O juiz enfrentou dificuldades para obter o visto, mas o documento diplomático obtido com apoio da embaixada de seu país não foi aceito pelas autoridades americanas, resultando em sua deportação imediata.
Considerado um nome relevante na arbitragem africana, o juiz comandou a partida de volta da final da Liga dos Campeões da África no ano passado. O confronto ocorreu no Cairo, entre Pyramids FC, do Egito, e Mamelodi Sundowns, da África do Sul, e terminou com vitória egípcia pelo placar de 2 a 1.
A regularidade em suas atuações levou o árbitro a ser eleito o melhor árbitro africano na temporada 2025 pela Confederação Africana de Futebol. Essa performance reforçou sua indicação pela FIFA para a Copa do Mundo.
Apesar do apoio da embaixada de seu país em Nairobi, que facilitou a obtenção de um passaporte diplomático, as autoridades americanas consideraram o documento insuficiente. O juiz foi deportado imediatamente dos Estados Unidos.


