O atacante celebrou a oportunidade de usar a camisa 9 da seleção brasileira após marcar dois gols no triunfo sobre o Haiti. O jogador, que perdeu a vaga inicial no jogo contra Marrocos, afirmou que defender o país é um privilégio, desconsiderando controvérsias sobre a escolha do número.
O jogador de João Pessoa comentou que se sentiu mais maduro após ficar na reserva no jogo de estreia. Ele declarou: “Acho que fiquei mais cascudo, mais maduro (após ficar na reserva), e estou tentando viver o momento”. O atleta expressou que o sonho de participar da Copa é grande e que considera a participação um presente.
Em relação à camisa, ele reforçou que a escolha do número é irrelevante. “Faria qualquer coisa para estar aqui, independentemente da camisa. Procuro ver o copo cheio (pela troca da camisa), foram tantos craques que usaram essa camisa e desempenharam, sou mais um para tentar fazer história, fazendo gols”, disse o atleta.
O centroavante explicou que o peso da camisa faz parte da experiência. “É vestir a camisa, entender o peso que ela traz e saber que é um privilégio”, afirmou. Ele também esclareceu que sua comemoração, que simula um surf, é um hobby praticado em sua cidade natal.

