Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: BioParque do Rio inicia manejo de rã criticamente ameaçada
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

BioParque do Rio inicia manejo de rã criticamente ameaçada

Carla Fernandes
Última atualização: 10 de junho de 2026 04:16
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O BioParque do Rio iniciou o manejo da rã-de-seropédica, espécie criticamente ameaçada de extinção no Rio de Janeiro, em março de 2026. O trabalho ocorre no Laboratório de Herpetofauna Prof. Dr. Sergio Potsch e envolve protocolos inéditos de reprodução e acompanhamento sanitário.

A rã-de-seropédica (Physalaemus soaresi) é restrita à Floresta Nacional Mário Xavier, em Seropédica, na Baixada Fluminense. Antes de iniciar o manejo da espécie ameaçada, a equipe utilizou a rã-signifer como modelo para testar condições de temperatura, umidade e tratamento contra a quitridiomicose, doença que afeta anfíbios globalmente.

O projeto conta com orientação técnica da UFRJ e da Amphibian Ark, além de suporte financeiro do Grupo Cataratas. Marcos Traad, diretor técnico do Grupo Cataratas, declarou que o avanço para o manejo direto da espécie ameaçada é um passo importante para a conservação da biodiversidade brasileira. Ele afirmou que já há sinais positivos de adaptação dos indivíduos.

A rotina de monitoramento inclui contagem, inspeção visual e controle sanitário dos adultos, juvenis e girinos. Os próximos passos envolvem a reprodução da Physalaemus soaresi em ambiente controlado, visando formar uma população de segurança ex situ para futuras reintroduções na natureza.

TAGGED:Biodiversidadeconservacao-anfibiosextinçãomanejo-animalrã-de-seropédicaRio de Janeiro
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Irmão de Dilma Rousseff morre aos 79 anos em Minas Gerais
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?