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Economia

BP enfrenta questionamentos sobre governança e liderança

Carla Fernandes
Última atualização: 10 de junho de 2026 07:41
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A BP enfrenta questionamentos de investidores sobre a estrutura de governança após ter trocado três CEOs e três presidentes do conselho em menos de três anos. A instabilidade ocorre enquanto a empresa tenta recuperar o desempenho e se adaptar ao choque de oferta no mercado global de energia.

A saída repentina do presidente do conselho, Albert Manifold, em maio, gerou preocupações. O conselho da companhia justificou a demissão com base em “sérias preocupações” relativas a padrões de governança, supervisão e conduta. Manifold contestou a caracterização, afirmando ter sido demitido “sem aviso prévio e sem explicação”.

Acionistas ativistas criticam a sucessão, apontando que o processo de indicação parece disfuncional. Um deles declarou que a empresa precisa apresentar “uma avaliação clara e honesta” sobre a nomeação de Manifold, questionando a capacidade do conselho de desafiar a atual estratégia da CEO Meg O’Neill.

A CEO O’Neill busca simplificar a estrutura, voltando ao modelo dividido entre os segmentos upstream e downstream, o que reduz o foco em energias renováveis e reforça o negócio principal de petróleo e gás. Apesar das mudanças de pessoal, gestores de portfólio afirmam que os avanços estratégicos da BP têm maior impacto do que as trocas de executivos.

TAGGED:BPenergiaGovernançainvestidoresLiderançaPetroleiro
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