O contrato de cacau para entrega em julho encerrou o pregão em queda de 5,12% na bolsa de Nova York nesta sexta-feira (05). A cotação atingiu US$ 3.762 por tonelada, marcando a mínima em duas semanas. O mercado enfrenta pressão devido a preocupações com a demanda global por chocolate.
A desvalorização do cacau segue o movimento de baixa na semana, segundo a Barchart. A fabricante Barry Callebaut revisou suas projeções e indicou uma recuperação mais lenta nos volumes de vendas do que o esperado, o que intensifica a pressão sobre os preços da commodity.
Outras commodities também registraram quedas. O café futuro para julho caiu 0,26%, fechando a US$ 2,46 por libra-peso, com o arábica atingindo mínima em 19 meses. O USDA projetou produção de 71,9 milhões de sacas na safra 2026/27, um aumento de 14% em relação ao ciclo anterior.
No setor de açúcar, o contrato para julho recuou 0,91%, cotado a 14,14 centavos de dólar por libra-peso. A Czarnikow revisou suas estimativas, projetando 39,5 milhões de toneladas, 500 mil toneladas abaixo da previsão anterior. Já o algodão futuro para julho fechou em leve baixa de 1,52%, a US$ 73,75 por libra-peso.


