Profissionais da educação em Madrid relatam sofrer com o calor extremo em seus locais de trabalho. Uma docente de 43 anos, em uma escola de educação especial, disse que usa apenas um ventilador em salas de aula, enquanto um professor de 38 anos, em um instituto próximo, afirmou que o calor dificulta o trabalho no final da manhã.
A docente de 43 anos, de Alcalá de Henares, explicou que, em seu antigo emprego em escritório, havia ar-condicionado. Atualmente, em aulas com alunos de necessidades especiais, ela utiliza um ventilador que apenas move ar quente. Ela declarou que “trabalha a custo do corpo, o calor aturbla a cabeça”.
Em Torrejón de Ardoz, um professor de Economia de 38 anos comentou sobre a diferença de condições. Ele disse que, após trabalhar como jornalista, nunca esteve em uma redação sem ar-condicionado, e achou “bastante alucinante” a dificuldade de trabalhar no final da manhã devido ao calor.

