A Câmara do Rio aprovou, na última quinta-feira (18), o projeto de lei que reconhece o Pagode da Tia Doca como patrimônio histórico e cultural de natureza imaterial da cidade. A medida, de autoria do vereador Leonel de Esquerda (PT), segue para promulgação do presidente da Casa, Carlo Caiado (PSD).
O reconhecimento oficial visa preservar a tradição do samba mantida no centro cultural, localizado em Madureira. O estabelecimento foi fundado na década de 1970 e se consolidou como ponto de encontro de artistas e admiradores do gênero.
A Tia Doca, figura histórica do samba e portelense, faleceu em 2009. Desde então, o local é administrado pelo filho, Jalmir Araújo Costa. O parlamentar que propôs a lei afirmou que o Pagode da Tia Doca é um “patrimônio vivo da cidade”, um espaço de resistência cultural e sustento para dezenas de trabalhadores.

