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Meio Ambiente

Câmeras registram espécies raras no Parque Estadual da Pedra Branca

Carla Fernandes
Última atualização: 6 de junho de 2026 00:20
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Câmeras registraram espécies raras de mamíferos no Parque Estadual da Pedra Branca, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (5). Os flagrantes, obtidos em uma das maiores reservas urbanas do mundo, mostram a presença de animais como o gato-do-mato-pequeno e o tapiti, resultado de ações de reflorestamento e combate à caça.

O Parque Estadual da Pedra Branca, que abrange quase 12,5 mil hectares, registrou a presença de diversos animais. Entre os avistamentos estão o menor felino selvagem do país, o gato-do-mato-pequeno, e pacas, que estão na lista de animais vulneráveis. Também foram filmados o tapiti, o único coelho nativo do Brasil, e o furão-pequeno, além de cachorros-do-mato, que nunca haviam sido vistos no local.

A instalação das câmeras foi feita por uma ONG que trabalha na conservação da Trilha Transcarioca. O biólogo Diego Monsores declarou que o objetivo dos registros é trabalhar a conservação dessas espécies ameaçadas. Nos últimos três anos, vinte e uma espécies foram avistadas na área.

Para o Inea, o aumento da fauna é consequência do controle da caça e do assédio às florestas. Marco Gonçalves, gerente de Fauna do Inea, explicou que, ao coibir a caça, as populações conseguem se recobrar. Os registros animam a convivência entre cidade e floresta.

TAGGED:conservaçãofauna silvestremamiferosMata Atlânticapedra-brancaRio de Janeiro
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