A cantora alcançou a posição de musicista feminina mais rica da história, acumulando uma fortuna estimada em US$ 2 bilhões, ou cerca de R$ 11,2 bilhões. O patamar foi alcançado segundo a lista Iconoclast 50 de 2026, divulgada pela Forbes, impulsionado por turnê e controle de catálogo.
O principal fator de crescimento financeiro foi a The Eras Tour. A série de apresentações, realizada ao longo de 16 meses, percorreu vários países e gerou cerca de US$ 2,2 bilhões, totalizando R$ 12,3 bilhões. O sucesso dos shows aumentou receitas com ingressos, produtos licenciados e exposição global da artista.
Além dos palcos, a estratégia de recuperação de direitos autorais foi crucial. A artista encerrou uma disputa em maio de 2025, recuperando o controle de gravações originais em uma negociação avaliada em aproximadamente US$ 360 milhões, ou cerca de R$ 2 bilhões. Este movimento fortaleceu o valor de seu catálogo.
A valorização foi rápida. Em agosto de 2025, a fortuna da cantora já era estimada em US$ 1,6 bilhão. A lista Iconoclast 50 de 2026 também incluiu outros nomes do entretenimento, como Beyoncé e The Weeknd.


