O avanço da inteligência artificial (IA) consolidou o protagonismo de empresas privadas em detrimento do controle governamental, afirma o professor de Tecnologia da Inteligência da PUC-SP, Diogo Cortiz. Em entrevista a veículos de comunicação, ele disse que os países tentam correr contra o tempo para regular a tecnologia.
Cortiz explicou que, pela primeira vez, uma tecnologia tão poderosa é guiada por interesses econômicos do capital privado. Enquanto a China adota uma estratégia centralizada com o projeto ‘AI Plus’, os Estados Unidos carecem de um plano central e dependem do Vale do Silício. O governo Trump, embora avesso à regulação, busca formas de governança para entender o que acontece no setor.

