A castração de gatos é apresentada como medida essencial para prevenir o sofrimento anual de milhares de filhotes e controlar a proliferação descontrolada de populações felinas. Um único animal pode gerar até 2 milhões de gatos em oito anos, segundo dados apresentados por especialistas.
A proliferação descontrolada de gatos causa um grande volume de casos em abrigos e centros de resgate, especialmente na primavera. Os voluntários lidam com filhotes abandonados, animais doentes e mães exaustas. A castração evita a maioria dessas situações, além de trazer benefícios de saúde significativos para os animais.
Para as fêmeas, o procedimento reduz o risco de tumores mamários e impede a piometra, uma infecção uterina grave. Em machos, a castração diminui a vagância e o risco de transmissão de infecções virais, promovendo uma vida mais longa e segura. Machos não castrados são apontados como os principais responsáveis pelo aumento populacional.
A imprensa especializada orienta que a castração deve ocorrer por volta dos 4 a 5 meses de idade, antes que o animal atinja a maturidade sexual. Além disso, programas de controle como o TNR (captura-castração-retorno) são citados como a única solução de longo prazo para a regulamentação da população de gatos sem dono.

