A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou uma reclamação formal à FIFA contestando a atuação da arbitragem após a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre a Escócia, na Copa do Mundo de 2026. A entidade questiona os critérios do árbitro de vídeo (VAR) e pede uniformidade nas decisões ao longo do torneio.
O foco da contestação é a anulação de um gol de um atacante brasileiro, ocorrido aos 20 minutos do primeiro tempo, após revisão do VAR. A arbitragem apontou falta do jogador sobre um zagueiro e invalidou a jogada. Apesar da decisão, o atacante brasileiro marcou outro gol antes do intervalo, e outro jogador marcou o terceiro gol na etapa final.
A CBF declarou que o objetivo da manifestação não é alterar o resultado da partida, mas solicitar que os critérios de uso do VAR sejam aplicados de modo uniforme e transparente em todos os jogos da competição. Para sustentar o argumento, a entidade citou um lance envolvendo um jogador argentino contra a Áustria, que teve características semelhantes ao gol anulado, mas não foi analisado pelo VAR.
Além do VAR, a CBF também questionou a escolha do árbitro mexicano Cesar Arturo Ramos. A entidade argumentou que o histórico do juiz em jogos da Seleção deveria ser considerado pela Comissão de Arbitragem da FIFA, citando reclamações anteriores da Copa do Mundo de 2018.

