Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Células de paciente falecida impulsionam medicina moderna
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

Células de paciente falecida impulsionam medicina moderna

Carla Fernandes
Última atualização: 5 de junho de 2026 06:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Em 1951, médicos coletaram amostras de tecido de uma paciente durante tratamento de câncer de colo do útero no Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, sem autorização. A mulher, que faleceu aos 31 anos, deu origem à linhagem celular HeLa, que se tornou um pilar da biomedicina moderna.

As células retiradas do tumor apresentaram uma característica única: elas se multiplicavam indefinidamente em laboratório, diferentemente de outras células humanas estudadas. Essa descoberta deu nome à linhagem HeLa, que se tornou a primeira linhagem humana considerada “imortal”. Os pesquisadores usaram as células para realizar experimentos em larga escala e padronizados.

Ao longo das décadas, as células HeLa foram distribuídas globalmente e auxiliaram no desenvolvimento de vacinas contra poliomielite e em pesquisas sobre câncer, genética e HIV. Estima-se que bilhões de células derivadas da linhagem original foram produzidas.

Apesar da contribuição científica, a família da paciente desconhecia o uso das células por décadas. Eles tomaram conhecimento da situação nos anos 1970, sem receber reconhecimento ou compensação financeira. A história gerou debates sobre ética médica e justiça racial.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Nos últimos anos, os descendentes iniciaram ações judiciais contra empresas que lucraram com os produtos. Em 2023, a família firmou acordo confidencial com a Thermo Fisher Scientific, e novos acordos ocorreram em 2026.

TAGGED:consentimentoéticahistoria-medicaMedicinaPesquisa científicasaúde
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Tocantins terá folga em agosto após Corpus Christi
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?