O supercomputador LineShine, sediado no National Supercomputing Center em Shenzhen, retomou o título de máquina mais rápida do mundo desde 2018. A máquina ultrapassou El Capitan no ranking TOP500, apesar das restrições comerciais impostas por empresas americanas.
A conquista do topo do TOP500, alcançada pelo LineShine, ocorre em meio a limites rigorosos sobre a venda de componentes de computação de alta potência por firmas dos Estados Unidos. As empresas americanas dominam o ranking, ocupando três das cinco primeiras posições.
O LineShine opera sem o uso de GPUs, que são tipicamente a base de supercomputadores modernos. A superação do El Capitan representa um marco tecnológico para a China.
Atingir o topo do TOP500 gera reconhecimento, mas também funciona como uma mensagem do governo chinês aos Estados Unidos, em um contexto de tensões comerciais.

