A China consolidou-se como o centro de gravidade da geoeconomia e da geopolítica mundial, segundo análises sobre relações internacionais. As recentes visitas de Donald Trump e Vladímir Putin ao país demonstram essa realidade, forçando nações como Estados Unidos e Europa a redefinir suas estratégias.
A política internacional atingiu uma fase onde os caminhos apontam para Pequim. A ascensão chinesa não é um evento isolado, mas um sintoma de uma mudança estrutural no cenário global. Os Estados Unidos competem diretamente com a China, enquanto a Rússia intensifica sua dependência do país asiático.
A Europa, por sua vez, enfrenta o desafio de adaptar sua estratégia diante desse novo eixo de poder. A análise aponta que a discussão não reside mais em estabelecer relações com a China, mas sim em determinar a melhor forma de conduzi-las.

