Uma congresista oficialista suspendeu temporariamente o presidente colombiano, Gustavo Petro, de seu cargo. A medida, tomada em meio a uma campanha polarizada, ocorre em decorrência de uma investigação sobre participação política, com o prazo estendido até o fim das eleições presidenciais.
A representante a Câmara, por meio de um auto de sete páginas assinado apenas por ela, decidiu remover o presidente. A investigação foca em mensagens que ele publicou em sua conta X entre os dias 6 e 9 de junho.
A decisão representa um ato sem precedentes na história recente do país. A medida é contestada por grandes dúvidas jurídicas, pois a Constituição estabelece que apenas o Senado em pleno pode suspender um presidente.

