A Copa do Mundo utiliza um sistema de preços dinâmicos, elevando o custo dos ingressos a milhares de dólares, apesar dos protestos iniciais dos torcedores. O torneio, realizado na América do Norte, mantém preços estáveis ou crescentes após a primeira semana de jogos.
A Fifa implementou uma estratégia de venda mais agressiva, incluindo preços dinâmicos e liberações escalonadas. O mecanismo de precificação levou o ingresso mínimo para jogos procurados à casa dos milhares de dólares, com os melhores lugares ultrapassando US$ 10 mil. A expectativa da organização é que o evento gere US$ 11 bilhões em receitas, o maior valor da história da competição.
Apesar da alta demanda, que manteve os estádios praticamente lotados, alguns torcedores acusaram a organização de priorizar o lucro. Michael Johnson, analista da S&P Global, comentou que “Muitos esperavam que os preços caíssem depois que o torneio começasse, mas isso realmente não aconteceu”.
Nos dias que antecederam e durante os primeiros jogos, houve relatos de assentos vazios e ingressos disponíveis no site oficial da Fifa. Isso indicou que os torcedores rejeitavam os altos custos dos ingressos ou dos gastos com transporte. O torneio ocorre em 16 cidades dos Estados Unidos, Canadá e México.

