A Copa do Mundo de 2026 está gerando uma transformação no interesse esportivo dos Estados Unidos. O país, historicamente focado em outros esportes, vivencia uma explosão de público pelo futebol devido à realização do Mundial em solo americano e ao bom desempenho da seleção nacional.
O torneio, que é o primeiro com 48 seleções e 104 partidas, ocorre simultaneamente nos Estados Unidos, Canadá e México, com 78 jogos realizados no território americano. A Copa transcende os estádios, transformando cidades-sede em eventos culturais. Em Boston, torcedores escoceses lotaram bares, e em Miami, brasileiros ocuparam pontos turísticos, criando uma atmosfera internacional.
O sucesso da seleção americana contribui para o fenômeno. A equipe venceu o Paraguai por 4 a 1 e a Austrália por 2 a 0, garantindo a classificação antecipada. Agora, os americanos enfrentarão a Bósnia e Herzegovina em 1º de julho, em Santa Clara, Califórnia. Analistas veem esta partida como uma chance de avançar para as oitavas de final, algo que não ocorria desde 2002.
Especialistas em marketing esportivo consideram a Copa de 2026 um divisor de águas para o futebol nos EUA. O esporte ganha visibilidade inédita, somando-se ao crescimento da Major League Soccer (MLS). A presença de torcedores de dezenas de nacionalidades transformou o Mundial em um grande evento turístico, reforçando o simbolismo do torneio em 2026.

