A Coreia do Norte intensificou seu programa nuclear, com o líder visitando instalações que a Coreia do Sul aponta como usina de enriquecimento de urânio. O país renovou ameaças de fortalecer seu arsenal em ritmo exponencial, afirmando que a desnuclearização nunca ocorrerá.
O líder norte-coreano reforçou sua postura nuclear, declarando que qualquer negociação com os Estados Unidos depende do reconhecimento do país como Estado nuclear. A legislação norte-coreana foi alterada para incorporar uma política de “lançamento nuclear automático” caso o sistema de comando e controle ou o líder seja alvo de forças hostis, segundo inteligência sul-coreana.
Especialistas dos EUA alertam para o avanço da capacidade militar. O secretário-assistente de Defesa dos EUA, Robert Kadlec, disse que o país já pode atingir Coreia do Sul e Japão com ogivas nucleares ou convencionais. A Avaliação Anual de Ameaças dos EUA, divulgada em março, indica que a Coreia do Norte está comprometida em expandir programas de armas estratégicas.
A inteligência dos EUA avalia que o arsenal se expandiu quantitativa e qualitativamente nos últimos oito anos. O país testou mísseis balísticos intercontinentais e mísseis hipersônicos. A comunidade de inteligência dos EUA estima que o país possui material físsil para produzir 90 ogivas, mas provavelmente concluiu cerca de 50.

