O atacante Matheus Cunha celebrou seus dois gols na vitória do Brasil sobre o Haiti, na segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, com a simulação de movimentos de surfe. O gesto, que se tornou assinatura do jogador, reflete sua conexão com a modalidade.
O movimento de comemoração é recorrente tanto nos jogos do Manchester United quanto nas partidas pela Seleção Brasileira. Cunha explicou que a celebração nasceu de brincadeiras com amigos brasileiros, que lhe pediam para “remar mais” e melhorar o desempenho na prancha.
O contato do jogador com o surfe ocorreu durante férias em Baía Formosa, Rio Grande do Norte. Lá, ele conheceu praticantes e estabeleceu amizade com Ítalo Ferreira, campeão olímpico. O esporte passou a integrar sua rotina fora dos gramados.
Mesmo residindo na Inglaterra, Cunha mantém o hábito de surfar, utilizando estruturas de ondas artificiais em Bristol. O atacante declarou que o surfe funciona como válvula de escape da pressão do futebol profissional, ajudando a recarregar as energias durante a temporada.

