A defesa de um jovem acusado de cumplicidade no assassinato de um policial civil aposentado de 64 anos apresentou provas que visam afastar o envolvimento do cliente no crime. As evidências incluem imagens de câmeras de segurança e registros de conversas.
O caso ganhou novos desdobramentos após o investigado apontado como autor do homicídio afirmar que o jovem teria dado apoio logístico, como aluguel de arma e carona, além de participar da ocultação do corpo. Contudo, o advogado do jovem apresentou elementos que, segundo a defesa, comprovam sua ausência no momento do ocorrido.
O defensor afirmou que imagens de câmeras de segurança mostram o jovem na residência da namorada em Senador Canedo às 9h45, pelo menos 45 minutos antes do crime. Além disso, uma gravação de tela de conversas demonstra, segundo a defesa, que ele não tinha conhecimento do homicídio.
O advogado declarou que a defesa busca comprovar a verdade do jovem, que tem 20 anos e pode enfrentar pena de 24 anos de prisão por um fato que não cometeu. Ele comentou que a defesa não busca acusar ninguém, mas sim apresentar os fatos.

