A prisão do irmão de uma cantora assassinada em Belém, um sargento da Polícia Militar, gerou declarações da defesa. O advogado do militar afirmou que a detenção possui caráter processual e não significa que o investigado seja culpado pelo crime ocorrido no fim de 2025.
O defensor declarou que a medida foi decretada para garantir o andamento das investigações conduzidas pela Polícia Civil, que ainda analisa diversas linhas de apuração. Segundo o advogado, o militar não é o principal suspeito nem o executor do crime, sendo apenas um dos envolvidos na investigação.
O advogado também informou que o sargento foi detido durante o expediente de trabalho, na Ilha de Outeiro, em uma operação conjunta da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Militar. A Polícia Civil ainda não divulgou detalhes sobre os elementos que fundamentaram a prisão do militar ou sua suposta participação no assassinato.
O caso da cantora, ocorrido no fim de 2025, é investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). Além do sargento, outras duas pessoas, incluindo a esposa do policial e outra irmã da artista, também são investigadas por possível participação no homicídio.


