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Justiça

Defesa pede domiciliar, mas ex-banqueiro pode ir a presídio comum

Carla Fernandes
Última atualização: 16 de junho de 2026 15:45
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A defesa de um ex-banqueiro solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a conversão de sua prisão para regime domiciliar. Contudo, há expectativa de que o magistrado opte por transferi-lo para um presídio comum, após manifestação contrária da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O pedido dos advogados foi feito na semana anterior ao parecer da PGR, que se manifestou contra o regime domiciliar e também contra a delação premiada do indivíduo. Segundo o órgão, não há elementos novos que justifiquem a alteração da condição prisional.

O ex-banqueiro, que teme ser removido para uma penitenciária caso seu acordo de colaboração seja rejeitado, passou por mudanças no cárcere. Em março, ele foi enviado a um presídio federal de segurança máxima em Brasília, por ordem do ministro André Mendonça. Posteriormente, foi transferido para custódia especial na Superintendência da Polícia Federal (PF) para as negociações.

A decisão final sobre o destino prisional cabe ao relator do caso. Embora a PF tenha solicitado sua retirada da superintendência de Brasília, ela não indicou uma unidade específica. A PGR também não definiu local, deixando alternativas como o retorno ao presídio federal de segurança máxima ou transferência para o Complexo Penitenciário da Papuda.

TAGGED:ex-banqueiroJustiçaPGRprisãoregime-domiciliarSTF
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