Daniel Vorcaro citou o presidente do União Brasil em sua proposta de delação premiada, que trata do suposto pagamento de propina ao grupo político do ex-governador Cláudio Castro. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República negaram a segunda proposta do banqueiro, alegando falta de informações relevantes para as investigações.
Na delação premiada, Vorcaro relatou o suposto pagamento de propina ao grupo político do ex-governador Cláudio Castro. Nesse contexto, o banqueiro citou a liderança política, o presidente do União Brasil, como peça-chave nas investigações.
Apesar da menção, a segunda proposta apresentada por Vorcaro foi negada por órgãos de controle. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República consideraram que o material não agregava informações suficientes ao andamento dos inquéritos.

