A inovação no setor de saúde, que alcançou alta complexidade e gera impactos disruptivos em tratamentos clínicos, enfrenta desafios regulatórios. A lentidão na concessão de patentes transfere o ônus do atraso aos desenvolvedores, comprometendo a previsibilidade do ecossistema de inovação.
O desenvolvimento de novas terapias e a gestão de condições clínicas dependem de um ambiente regulatório estável. A proteção da propriedade intelectual (PI) é um fator essencial para que o ecossistema de inovação funcione de maneira eficaz.
A garantia da efetividade dos prazos de patentes é citada como um elemento crucial nesse ambiente. A ausência de previsibilidade regulatória impacta diretamente os modelos terapêuticos e a capacidade de investimento no setor.

