Histórias de doadores e pacientes demonstram o impacto da doação de sangue, um gesto voluntário que salva vidas e devolve esperança. O ato simples conecta trajetórias de quem doa com quem necessita de transfusões em hemocentros.
O gerente de logística Durval Almeida, voluntário há quase 32 anos, soma 116 doações e busca a meta de 120. Para ele, cada bolsa coletada pode ser a diferença entre vida e morte, e ele aponta a necessidade de mais doadores.
O empresário Erick Lira, que precisou de seis bolsas de sangue em um tratamento, tornou a doação uma rotina após ser salvo. Ele afirmou que a doação se tornou um hábito, pois não se sabe quando a necessidade surgirá.
Nos hemocentros, a orientação é que toda doação é importante, mas o tipo O negativo exige atenção especial, pois é o doador universal em emergências. A gerente de captação Nívia França explicou que esse grupo sanguíneo tem alta demanda em situações sem tempo hábil para testes.
A rotina de um paciente de 83 anos, Alcidino Pimentel, ilustra a dependência de transfusões, que ele descreve como essencial para sua sobrevivência. Outro caso é o de uma universitária que, após 14 anos de tratamento contra leucemia, alcançou a cura, graças à solidariedade de desconhecidos.

