Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Doença renal rara pode exigir transplante em pacientes jovens
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Doença renal rara pode exigir transplante em pacientes jovens

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de junho de 2026 09:15
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Doenças renais raras, como a Glomerulopatia por Complemento 3 (C3G), enfrentam desafios de diagnóstico e tratamento. A condição, causada por desregulação do sistema imunológico, afeta pessoas de todas as idades, mas impacta sobretudo indivíduos em idade produtiva. Uma paciente de Campo Grande (MS) precisou de transplante após progressão da doença.

De acordo com a nefrologista Maria Helena Vaisbich, coordenadora do Comitê de Doenças Raras da Sociedade Brasileira de Nefrologia (COMDORA-SBN), quando desregulado, o sistema complemento desencadeia inflamação que compromete a filtragem dos rins. Sintomas como inchaço e urina espumosa podem ser confundidos com outras doenças, atrasando o diagnóstico.

A auxiliar pedagógica Anne Raissa Ferro, hoje com 33 anos, descobriu a doença aos 26, após exames revelarem creatinina alta. Mesmo com terapias de suporte, perdeu 36% da função renal e iniciou hemodiálise. Após 11 meses na lista de espera, recebeu um transplante renal. Atualmente, a doença está controlada.

A experiência inspirou a paciente, estudante de Letras, a escrever um livro de poesias. Ela também participa da terceira temporada de uma série documental sobre doenças raras, realizada por associação de pacientes. Especialistas reforçam a importância da biópsia renal, disponível no SUS, para diagnóstico precoce.

TAGGED:c3gDiagnóstico Precocedoenca-renal-raraglomerulopatia-por-c3hemodiálisejovenssaúde públicatransplante renal
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Portfólio de Dividendos Pode Cobrir Hipoteca Mensal
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?