O dólar comercial recuou 0,47% e encerrou o pregão na quinta-feira, 25 de junho de 2026, cotado a R$ 5,177. O Ibovespa, principal índice da B3, avançou 0,89%, fechando em 172.027,88 pontos, impulsionado por dados econômicos dos Estados Unidos.
A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,167, na mínima, e R$ 5,219, na máxima. O movimento ocorreu após investidores analisarem a 3ª estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos para o primeiro trimestre de 2026. O dado foi revisado para uma taxa anualizada de 2,1%, superando a leitura anterior de 2%.
A revisão do PIB reforçou a percepção de resiliência da economia americana e aumentou o apetite por ativos de risco. Além disso, o mercado acompanhou a fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante a apresentação do Relatório de Política Monetária.
Galípolo comentou críticas sobre a previsibilidade da autoridade monetária, afirmando que “existe uma confusão entre ser mais claro na comunicação e sinalizar o que vai ser feito à frente”. A declaração foi interpretada como um reforço da estratégia do Banco Central de manter a flexibilidade das decisões do Copom.
Outros fatores monitorados pelos investidores incluíram a arrecadação federal de maio, que veio acima do esperado, e os resultados das emissões de títulos públicos pelo Tesouro Nacional, dados que ajudam a avaliar as contas públicas do governo.

