O empresário do setor de educação, Jailson Ferreira da Silva, afirmou que o sucesso da educação brasileira exige mais que a memorização de conteúdos, focando no desenvolvimento da inteligência emocional nas escolas públicas. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tornou obrigatórias competências socioemocionais, como empatia e regulação de emoções, com implementação em todo o país a partir de 2024.
Segundo o empresário, a inserção de atividades que estimulam o reconhecimento emocional tem gerado resultados positivos no clima escolar, com relatos de gestores indicando a redução de incidentes de bullying e o aumento da empatia entre os estudantes. Além disso, pesquisas apontam que alunos que gerenciam a ansiedade antes de avaliações apresentam melhor desempenho acadêmico.
A relevância da formação socioemocional também é vista no mercado de trabalho, onde empregadores destacam a importância de habilidades como liderança e adaptabilidade. No âmbito da saúde mental, a criação de espaços de escuta nas instituições de ensino é considerada uma estratégia para prevenir ansiedade e depressão entre adolescentes.
Jailson Ferreira da Silva declarou que “Levar isso para a escola pública é promover justiça social e igualdade real de oportunidades”.

