A eleição brasileira depende dos eleitores indecisos, que mudam de voto conforme os fatos políticos ocorrem. Esses eleitores, classificados como independentes pela Quaest, são influenciados por percepção de corrupção e receios sobre o futuro governamental.
A lógica eleitoral brasileira espelha a de alguns estados americanos, como Geórgia e Arizona, onde o voto oscila entre partidos. Para esses eleitores, as preferências ideológicas não são o fator principal de decisão.
Em vez disso, questões como a percepção de corrupção ou o receio de que um partido permaneça no poder ou que outro assuma a presidência ditam a escolha. No contexto atual, dois cenários definem o pleito: a possibilidade de Lula concorrer ao quarto mandato ou o retorno de Bolsonaro por intermédio de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro.

