Um texto opinativo defende que a presença de um elemento de incerteza é fundamental para a experiência de torcida em eventos esportivos. O autor argumenta que essa tensão, descrita como ‘pulga de orelha’, deve ser mantida até o mata-mata.
A argumentação central é que a formação de um resultado inesperado, a ‘zebra’, depende da existência desse fator de incerteza. O autor afirma que esse elemento é necessário e fundamental para a dinâmica da competição.
A manutenção dessa tensão, que é descrita como angustiante e discreta, é vista como essencial para evitar que a empolgação se torne um estado de fé sem ressalvas. O texto conclui defendendo a permanência desse elemento até as fases decisivas do torneio.

