Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Empatia vira jargão e consolida guetos sociais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Empatia vira jargão e consolida guetos sociais

Carla Fernandes
Última atualização: 19 de junho de 2026 01:39
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O autor Dartagnan da Silva Zanela critica o uso excessivo da palavra empatia, alegando que ela perdeu substância e se tornou um jargão vazio. Ele argumenta que a verdadeira compaixão exige um esforço ativo para se colocar no lugar do outro, superando divisões ideológicas.

Zanela afirma que a repetição constante do termo faz com que ele perca seu significado, servindo apenas para rotular o que não se encaixa em estereótipos pré-fabricados. Para ilustrar seu ponto, ele narra um episódio envolvendo São Francisco de Assis, que demonstrou compaixão por um assassino condenado. O santo explicou que o indivíduo merecia compaixão porque, possivelmente, teria se tornado uma pessoa melhor com a vida que ele viveu.

O autor propõe um experimento mental: ao testemunhar injustiças contra pessoas de espectros políticos opostos, a reação interior e o comportamento nas redes sociais definem a humanidade. Zanela esclarece que sentir compaixão por quem se ama não é excepcional, mas sim simular empatia por adversários ideológicos também não desumaniza.

Zanela conclui que a sociedade contemporânea desaprendeu a exercer essa capacidade. Ele afirma que a empatia, no cenário atual, constrói muralhas que aprisionam indivíduos em guetos desumanizadores, em vez de edificar pontes de encontro.

TAGGED:culturadiálogodiscursoEmpatiapolarizaçãosociedade
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Copa do Mundo 2026: Vini Jr. vale mais que duas seleções do Haiti
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?