Um empréstimo de R$ 400, contratado em 2022, evoluiu para uma cobrança de aproximadamente R$ 307 mil. Um consumidor procurou o Procon Goiânia para questionar o aumento do débito e a forma de cobrança adotada pela empresa de crédito.
O consumidor relatou ao órgão que o crédito foi oferecido com promessa de parcelamento via boleto. Contudo, ao tentar negociar, recebeu apenas a opção de quitação integral, o que dificultou o pagamento inicial e impulsionou o crescimento do débito ao longo dos anos. O atendimento no Procon Goiânia incluiu a análise de registros de cobranças e propostas de negociação anteriores, que apresentavam valores menores.
Durante a audiência de conciliação, o Procon Goiânia intermediou o conflito entre as partes. Foi firmado acordo para que o consumidor efetuasse uma entrada de R$ 150 e pagasse 12 parcelas semanais de R$ 88,36, encerrando a demanda administrativamente.
O caso serve de alerta para consumidores sobre o crescimento desproporcional de dívidas. O órgão orienta que se desconfie de dificuldades em acessar condições contratuais originais ou de cobranças incompatíveis com o valor inicial. É fundamental guardar comprovantes e registros de cobrança para comprovar possíveis irregularidades.

