Um especialista em finanças comportamentais orienta sobre a decisão de comprar, alugar ou assinar um veículo. Antes de escolher o método, ele afirma que é preciso definir se o automóvel é uma necessidade ou um desejo do consumidor.
Na modalidade de compra, o especialista explica que os custos vão além da parcela do financiamento. Despesas como IPVA, seguro, manutenção e documentação podem somar cerca de 12% ao ano do valor do veículo, sem contar a depreciação, que é mais intensa nos dois primeiros anos de uso.
Para quem opta pelo financiamento, é fundamental analisar o Custo Efetivo Total (CET) e os juros aplicados nas parcelas. Segundo o especialista, a compra é mais vantajosa para quem utiliza o carro para gerar renda ou roda muito, mantendo o veículo por vários anos, especialmente se a quilometragem mensal for superior a 1.500 km.
A assinatura funciona como um aluguel de longo prazo. O cliente paga uma mensalidade que varia de 2% a 4% do valor do carro, e essa taxa geralmente inclui IPVA, seguro e manutenção. Essa opção é recomendada para quem prefere trocar de modelo a cada um ou dois anos e busca previsibilidade de gastos.


