Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Especialistas explicam como se faz o diagnóstico do autismo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

Especialistas explicam como se faz o diagnóstico do autismo

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de junho de 2026 20:33
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige avaliação clínica aprofundada, pois não pode ser feito por um único exame laboratorial ou genético. Especialistas afirmam que o processo deve ser conduzido por uma equipe multidisciplinar, baseada na sintomatologia e na trajetória de desenvolvimento do paciente.

Segundo a psiquiatra coordenadora do Ambulatório de Cognição Social da Unifesp e a psicóloga da Santa Casa de São Paulo, o padrão ouro para o diagnóstico é a atuação de uma equipe multidisciplinar. Tatiana Mecca explicou que, como não existe um marcador biológico específico ou exame genético definitivo, a avaliação se apoia nos sinais clínicos observados.

Diferentes profissionais contribuem para a compreensão das características do autismo. O fonoaudiólogo atua em dificuldades de comunicação e linguagem; o psicólogo, em falhas na percepção social; e o terapeuta ocupacional, em dificuldades sensório-motoras. Daniela Bordini confirmou que, até o momento, nenhuma tecnologia clínica rotineira detecta o autismo.

A especialista Bordini declarou que o diagnóstico se mantém baseado na história do paciente e em profissionais capacitados. Ela ressaltou que quanto mais cedo o diagnóstico ocorrer, melhores são os resultados de tratamento, sendo a partir dos 2 anos uma janela de plasticidade cerebral favorável. No entanto, ela enfatizou que “nunca é tarde” para buscar o diagnóstico.

TAGGED:autismoavaliacao-clinicadiagnósticoPsiquiatriasaúde mentalTEA
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Poupança volta a perder recursos em junho
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?