Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo aponta alta taxa de dispersão da febre amarela em SP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

Estudo aponta alta taxa de dispersão da febre amarela em SP

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 07:54
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Pesquisadores brasileiros e britânicos reconstituíram a dinâmica do surto de febre amarela silvestre que atingiu a Região Metropolitana de São Paulo há nove anos. O estudo, divulgado em março, calculou o número básico de reprodução do vírus em 8,2, indicando alto potencial de dispersão em ambiente florestal.

O primeiro alerta sobre o surto ocorreu em 9 de outubro de 2017, após a descoberta de uma carcaça de macaco no Horto Florestal, na zona norte da capital. Em seis semanas, o vírus se espalhou, matando cerca de 80 bugios que viviam no parque. Um docente do Imperial College London, coordenador da investigação, afirmou que foi a primeira vez que o vírus avançou de forma tão explosiva em um ambiente florestal dentro da cidade.

O cálculo do número básico de reprodução, ou R zero, mostrou que um único bugio infectado podia transmitir o vírus a outros 8 animais, em média. Um professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP comparou esse dado ao da covid-19, que variava entre 3 e 4. Pesquisas anteriores já apontavam parques estaduais como possíveis portas de entrada, mas a intensidade da disseminação surpreendeu os cientistas.

Um especialista alertou que a vacinação contra febre amarela precisa ser antecipada. Segundo ele, a janela entre o primeiro alerta e o pico de transmissão é de duas a três semanas, e a vacina leva de 10 a 12 dias para proteger a população. Dados da pesquisa indicam que o mosquito Haemagogus leucocelaenus foi central na explosão de casos.

A análise combinou monitoramento de mosquitos, sequenciamento metagenômico e modelagem matemática. Os autores destacam a importância da abordagem de Saúde Única, que reconhece a interdependência entre saúde humana, animal e ambiental, alertando que o que ocorre na borda da mata impacta diretamente a saúde pública.

TAGGED:epidemiologiafebre amarelafloresta-urbanaSão Paulosaúde públicavetores
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Girafa fugida de rancho é encontrada no Texas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?