O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou uma lista que aponta 188 empresas chinesas que, segundo o governo americano, colaboram com militares chineses. A medida, que inclui nomes como Baidu e Alibaba, restringe contratos governamentais a partir do final de junho.
O documento classifica as companhias como qualificadas para a designação de “empresas militares chinesas” e afirma que elas operam nos EUA. Embora não haja sanções formais imediatas, a inclusão pode causar danos concretos aos negócios e envia uma mensagem negativa a fornecedores do governo americano.
A decisão atualiza uma lista anterior a 2025 e ocorre pouco antes de um encontro entre o presidente americano Donald Trump e seu correspondente chinês Xi Jinping em Pequim. O encontro diplomático registrou trocas de elogios, mas enfrentou impasses em temas sensíveis, como Taiwan.
Em resposta, a Embaixada da China nos Estados Unidos declarou que o governo chinês se opõe à “criação de listas discriminatórias para perseguir empresas chinesas”. A embaixada afirmou que as companhias cumprem as leis e regulações locais, pedindo que os EUA criem um ambiente justo para as empresas chinesas.


