Um ex-assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos concordou em se declarar culpado da acusação de reter informações sigilosas em um diário pessoal. O acordo, divulgado pela imprensa norte-americana nesta quinta-feira (4 de junho de 2026), prevê multa de US$ 2,25 milhões e pena de até 60 meses de prisão.
O acordo firmado com os promotores federais envolve uma única acusação e implica que o ex-assessor alterou sua estratégia de defesa para colaborar com a acusação. O tribunal federal de Maryland marcou uma nova audiência para o dia 26 de junho.
A Justiça norte-americana alegou que o ex-conselheiro “abusou de sua posição oficial” ao expor mais de 1.000 páginas de documentos confidenciais contidos em seu diário a familiares que não possuíam credenciais de segurança. O ex-conselheiro integrou o primeiro governo de Donald Trump e se tornou um crítico do ex-presidente após deixar o cargo.
Este caso coloca o ex-assessor como a terceira figura de oposição a Trump indiciada pela Justiça federal desde janeiro de 2025. Outros indivíduos sob investigação incluem o ex-diretor do FBI e uma procuradora-geral do Estado de Nova York.


